Com a digitalização dos serviços e dos pagamentos, o crime também migrou para o ambiente virtual. Os crimes cibernéticos crescem mais rapidamente que a capacidade do Estado de investigá-los, o que torna a prevenção tão importante quanto a repressão.
Introdução
Contextualiza e já justifica o peso maior do aspecto de prevenção.
Entre as modalidades mais comuns estão os golpes por aplicativos de mensagem, os boletos falsos, as páginas que imitam bancos para capturar senhas e a invasão de contas. Esse crescimento se explica pela rapidez dos pagamentos instantâneos, que dificulta o bloqueio do dinheiro, e pela baixa proteção de muitos usuários.
Desenvolvimento · aspecto 1
Modalidades e razões do crescimento, como pede o comando.
A investigação desses crimes enfrenta desafios. Os autores usam contas falsas e intermediários para ocultar a identidade, e muitos provedores e servidores ficam no exterior, o que exige cooperação internacional, facilitada pela adesão do Brasil à Convenção de Budapeste. Além disso, faltam peritos e delegacias especializadas em vários estados.
Desenvolvimento · aspecto 2
Desafios técnicos, jurídicos e de estrutura, com repertório internacional.
Por isso, a prevenção deve ser prioridade. Campanhas de educação digital podem ensinar a reconhecer golpes e a nunca compartilhar senhas e códigos, e a autenticação em dois fatores dificulta a invasão de contas. Os bancos devem bloquear rapidamente transações suspeitas e compartilhar informações com as polícias, e a criação de delegacias especializadas permite responder com mais agilidade.
Desenvolvimento · aspecto 3
O aspecto de 9 pontos traz medidas para o usuário, os bancos e o Estado.
Desse modo, o enfrentamento dos crimes cibernéticos exige usuários informados, instituições financeiras responsáveis e um Estado preparado para investigar. Com prevenção e cooperação, é possível reduzir o espaço que o ambiente digital oferece aos criminosos.
Conclusão
Retoma a tese com os três atores das medidas.